Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012
Eu escolho o amor
É isso ai: não quero que penses que este corpo é feito de pecados e para pecados. Não, não eu estou a dizer que sou uma "virgem santa", longe disso, mas eu fiz uma opção. Escolhi para mim os abraços ao pôr-do-sol em vez dos amaços na noite, escolhi os beijinhos na testa à despedida e não um "ligas-me?" ou um "tchau" com um apalpão. Eu escolhi um livro antigo e não um filme para adolescentes norte-americanos.
Eu sonho contigo e não penso quantos vou conhecer da próxima vez que sair. E sei que estou a dramatizar, que há por aí raparigas que sabem viver sem serem parvas, mas eu quero que percebas que isto não são os nossos primeiros meses. Aquilo foram os desejos da paixão e é bom que assim seja mas eu ainda sou a mesma, ainda te amo e ainda não te sei amar de outra maneira. Ainda não sei banalizar o amor ou encara-lo como coisa leviana. Para mim, ele é muito importante. Sim, eu poderia viver sem ele, mas que brilho teria?
Mas eu também acredito que amor há e haverá só um. Uns perdem, outros agarram, mas quando perguntam quem foi o teu grande amor todos sabem? Com 80 anos lembram-se do amor à janela e do miminhos, não se lembram dessas coisas carnais e isso até pode ser excitante mas farta de coisas industrializadas, rápidas e fugazes, ando eu.
Por isso, continua a encarar-me como uma mulher, que te ama, que te quer, mas espera que esse amor e que se querer não sejam duas coisas diferentes. Porque já sabes o que eu acho sobre isso. É a minha escolha. E qualquer homem sensato iria querer uma mulher só para ele, e ser só dela, não?!
E, aparte disto, espero que te tenha feito feliz ontem, eu acho que sim.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
